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Marcel Proust

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“Contos de Máscaras”

Sinopse: Ao ser tocado por Afrodite, Zeus acasalou-se com sua irmã Deméter e dessa união nasceu Koré, a “Jovem”. Hades, irmão do soberano, sucumbe aos encantos e à graça da sobrinha, rapta-a para que ela, a seu lado, agora como Perséfone, compartilhe do leito, do trono e do poder das Sombras. A mãe Deméter, revoltada com o desaparecimento da filha, decretou que a Terra se tornasse estéril. Por interferência de Zeus, entretanto, pactuaram um acordo: entre o mês da primavera e o da semeadura, Koré ressurgiria da terra e permaneceria ao lado de sua mãe; depois disso, retornaria como Perséfone ao reino subterrâneo.

E Perséfone, a rainha do reino das sombra é “phersu”, aquela que usa Máscaras. E estas são tantas que constitui uma verdadeira lástima a maioria dos homens insistirem em perceber apenas uma delas, aquela “epainé”, a terrível, a imagem pavorosa utilizada por Perséfone quando sentada junto ao marido em seu trono.

Koré-Perséfone é dos mais antigos mitos que cercam a Vida e a Morte. E, como não poderia deixar de ser, alcança a literatura. Pois tal e qual  Koré-Perséfone, a criação literária também é um jogo de “personas”, de Máscaras.

“Contos de Máscaras” são doze contos que expõem algumas das tantas facetas com as quais a morte nos depara e abraça. Seria pretensão exagerada que nossos contos contribuam para uma melhor aproximação do mortal com a maior das impossibilidades possível, a própria morte?

Autor: Carlos Russo Jr.

Ano: 2012.

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